O Som da corneta dói.... ai,ai,ai
Cornetas e mais cornetas ecoam do Olímpico para o Brasil inteiro. Não adianta, o ditado já diz que, o raio não cai duas vezes no mesmo lugar. Em miúdos, a zebra também não fica andando solta quatro anos seguidos. O que aconteceu em 2006 nem eles acreditavam que pudesse acontecer. O presidente colorado reage as cornetas: - Eu lembro de Assis Chateaubriand, que era um sujeito genial, mas vivia nos anos 30, lá na Paraíba. Para chamar a atenção, ele atacava as pessoas do Rio e de São Paulo. Ele atacava quem era maior do que ele. É isso que o Grêmio está fazendo. Atacaram o maior – disse Piffero. Tem que rir pra não chorar.
Porém, ele falou do 'REI DA COMUNICAÇÃO' no Brasil. E a história de Chateau, como jornalista interessado na história, eu conheço muito bem. Ou seja, esse negócio de passado, lá em 1930, e blá-blá-blá... é conversa pra colorado mesmo. Já pensou Dom Pedro não ter chegado no Brasil? No mínimo Vitório Piffero, ou algum colorado teriam vindo. Faça-me o favor. Quanta conversa sem nexo, sem noção, sem cultura e inteligência. O Inter viu o Grêmio ser campeão, campeão, campeão, dezenas e dezenas de vezes, aprendeu, chegou lá, mas ainda não alcançou o rival. Resumindo, o Grêmio entre outros clubes brasileiros que estavam torcendo contra o Inter, ou estavam simplesmente se lixando para o Colorado no Mundial, não tem nada ver com a incompetência dos dirigentes, técnico e elenco do clube vermelho. Vamos ver se pelo menos ficam em terceiro lugar, ainda assim fica atrás do maior rival (o Grêmio é campeão (1983) e ficou vice em 1995). Será que daqui a um ano eles vão esquecer que o Inter foi bi da Libertadores? Então passado é importante sim. Senão niguém teria uma história. Será que eles vão entender? Ou precisa desenhar? Daí desenhe um goleiro saltitando sentado, que eles lembram logo (...)
Fábio Koff pede união aos dirigentes, e firma pacto pelo Grêmio
Dois entre os presidentes mais vencedores do Grêmio, Fábio Koff e Paulo Odone militam em lados diferentes na política do clube. Há dois anos, enquanto Koff apoiou o então vitorioso Duda Kroeff na eleição presidencial, Odone esteve ao lado de Antônio Vicente Martins.
Agora, é o próprio Odone - com Vicente Martins na vice-presidência de futebol - quem assume o comando gremista, substituindo Duda Kroeff. Mas a ascendência sobre grupos políticos opostos não impediu que Fábio Koff comparecesse à cerimônia de posse do novo presidente do Grêmio.
Bicampeão da Taça Libertadores, campeão e vice mundial - em 1983 e 1995, respectivamente - Koff preside o Clube dos 13. Mas foi ao Salão Nobre do Estádio Olímpico, na noite de quarta-feira, como torcedor. E, com a autoridade conquistada pelo seu trabalho no clube, pediu a realização de um pacto. Solicitou união, e se colocou à disposição da diretoria de Odone.
- Vamos fazer um pacto pelo Grêmio. Sejamos solidários e participativos. Contem com meu apoio.
Os 229 conselheiros presentes silenciaram. Apenas assistiram ao discurso, respeitosamente venerando a iniciativa de Koff. Que interpretou a atitude coletiva como um 'aperto de mãos', selando o acordo de paz interna:
- Fica o meu apelo, e o silêncio de vocês me dá a certeza, que nós estaremos juntos para o que der e vier.
Aplaudido efusivamente ao final, Koff ainda teve tempo de reiterar seu amor pelo Grêmio:
- O que dei ao Grêmio foi pequeno comparado ao que o Grêmio deu para mim. (...) O Grêmio é um clube diferente.
Comentário: Isso é muito salutar a um clube. Basta agora, os mandatários se darem as mãos, conforme o pedido do grande ídolo cartola, e realmente trabalharem por um objetivo comum, que é manter o imortal sempre no topo. Não somente em primeiro no ranking brasileiro (não tem mais nem graça é o primeiro já faz muitos e muitos anos), mas voltar a mandar no mundo, pois os gremistas já merecem isso de novo e o mundo pintado de azul (da paz) fica bem mais bonito...
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