Coluna de O Diário - 02 e 03.10.2010
Pra quebrar o jejum
O Grêmio busca em Salvador (BA), neste sábado, não somente a sua quarta vitória consecutiva longe do Olímpico neste Brasileirão e encostar um pouco mais na turma da frente, mas também para quebrar um jejum de vitórias no Barradão, diante do Vitória, que passa de uma década, em Campeonatos Brasileiros. O último sucesso tricolor no Estádio baiano foi em 1999. Na ocasião, a equipe comandada pelo técnico Celso Roth venceu o rubro-negro baiano por 2 a 0. O time contava com nomes como Scheidt, Roger e Ronaldinho Gaúcho, que anotou um dos gols. O retrospecto gremista fora de casa e diante do Vitória não é nada agradável. Lá se vão 9 derrotas em 12 jogos na casa do adversário. A outra vitória gremista foi em 1982, no time que contava com o então goleiro Leão, o meia Batista e dos atacantes Baltazar e Tarciso. O outro confronto acabou empatado, 1 a 1, em 1997.
Pesadelo colorado
A bola parada, contra o Inter, está virando um pesadelo. Contra o Atlético-PR, Paulo Baier. Diante do Palmeiras, Marcos Assunção, e duas vezes. As derrotas mais recentes do Inter no Brasileirão nasceram em lances de bola parada. A situação já preocupa o técnico Celso Roth, que vê o bom desempenho do time na competição ser atrapalhado por lances assim. O treinador colorado ressalta que o Inter não está oscilando, em termos de atuação, mas tem perdido em bola parada. Porém, ele se contradiz, pois lembra que contra o Atlético-PR o time fez um bom primeiro tempo, mas faltou conclusão. Se faltou conclusão, Roth, é porque o time vem oscilando sim. Ninguém é perfeito, falhas sempre irão acontecer, porém se o time fazer a sua parte, também ofensivamente, as vezes as falhas defensivas não são o suficiente para a equipe ser derrotada. Outro fator negativo é o abatimento do time quando toma o gol, coisa que não foi sentida na Libertadores, pois em vários jogos os Inter saiu atrás e sempre virou ou diminui, resultado que serviu sempre para passar de fase.
Base da Chapecoense
As equipes Sub-17 e Sub-15 entram em campo neste sábado, em jogos válidos pelo Campeonato Regional, organizado pela Liga Chapecoense de Futebol em parceria com a Federação Catarinense de Futebol. Desta vez o adversário é a equipe do Canarinho, da cidade de Concórdia. Os jogos ocorrerão durante toda a tarde deste sábado no Campo do Gigantinho na Linha Caravagio. A primeira partida terá início às 13h30 enquanto a segunda está marcada para iniciar às 15h30.
Zico não dá sorte
A carreira de técnico no exterior não engrenou. Voltou ao Brasil com um objetivo pessoal: tentar dar um jeito no caos que impera no clube do seu coração, o Flamengo. Missão quase impossível, mas ele podia ao menos tentar, afinal é o maior ídolo da vitoriosa história rubro-negra. Sabia dos riscos, claro, mas resolveu tentar, por amor ao clube. Não aguentou nem quatro meses. Anunciou a saída do cargo de diretor do clube por uma nota no site oficial, dizendo que o amor pelo clube, como ele é hoje, acabou. Vocês imaginam o quanto deve ter sido doloroso ao Zico escrever uma coisa dessas? É mais uma vitória da ‘banda podre’ do futebol. Uma pena.
Pra quebrar o jejum
O Grêmio busca em Salvador (BA), neste sábado, não somente a sua quarta vitória consecutiva longe do Olímpico neste Brasileirão e encostar um pouco mais na turma da frente, mas também para quebrar um jejum de vitórias no Barradão, diante do Vitória, que passa de uma década, em Campeonatos Brasileiros. O último sucesso tricolor no Estádio baiano foi em 1999. Na ocasião, a equipe comandada pelo técnico Celso Roth venceu o rubro-negro baiano por 2 a 0. O time contava com nomes como Scheidt, Roger e Ronaldinho Gaúcho, que anotou um dos gols. O retrospecto gremista fora de casa e diante do Vitória não é nada agradável. Lá se vão 9 derrotas em 12 jogos na casa do adversário. A outra vitória gremista foi em 1982, no time que contava com o então goleiro Leão, o meia Batista e dos atacantes Baltazar e Tarciso. O outro confronto acabou empatado, 1 a 1, em 1997.
Pesadelo colorado
A bola parada, contra o Inter, está virando um pesadelo. Contra o Atlético-PR, Paulo Baier. Diante do Palmeiras, Marcos Assunção, e duas vezes. As derrotas mais recentes do Inter no Brasileirão nasceram em lances de bola parada. A situação já preocupa o técnico Celso Roth, que vê o bom desempenho do time na competição ser atrapalhado por lances assim. O treinador colorado ressalta que o Inter não está oscilando, em termos de atuação, mas tem perdido em bola parada. Porém, ele se contradiz, pois lembra que contra o Atlético-PR o time fez um bom primeiro tempo, mas faltou conclusão. Se faltou conclusão, Roth, é porque o time vem oscilando sim. Ninguém é perfeito, falhas sempre irão acontecer, porém se o time fazer a sua parte, também ofensivamente, as vezes as falhas defensivas não são o suficiente para a equipe ser derrotada. Outro fator negativo é o abatimento do time quando toma o gol, coisa que não foi sentida na Libertadores, pois em vários jogos os Inter saiu atrás e sempre virou ou diminui, resultado que serviu sempre para passar de fase.
Base da Chapecoense
As equipes Sub-17 e Sub-15 entram em campo neste sábado, em jogos válidos pelo Campeonato Regional, organizado pela Liga Chapecoense de Futebol em parceria com a Federação Catarinense de Futebol. Desta vez o adversário é a equipe do Canarinho, da cidade de Concórdia. Os jogos ocorrerão durante toda a tarde deste sábado no Campo do Gigantinho na Linha Caravagio. A primeira partida terá início às 13h30 enquanto a segunda está marcada para iniciar às 15h30.
Zico não dá sorte
A carreira de técnico no exterior não engrenou. Voltou ao Brasil com um objetivo pessoal: tentar dar um jeito no caos que impera no clube do seu coração, o Flamengo. Missão quase impossível, mas ele podia ao menos tentar, afinal é o maior ídolo da vitoriosa história rubro-negra. Sabia dos riscos, claro, mas resolveu tentar, por amor ao clube. Não aguentou nem quatro meses. Anunciou a saída do cargo de diretor do clube por uma nota no site oficial, dizendo que o amor pelo clube, como ele é hoje, acabou. Vocês imaginam o quanto deve ter sido doloroso ao Zico escrever uma coisa dessas? É mais uma vitória da ‘banda podre’ do futebol. Uma pena.
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