COLUNA PRIMEIRO LANCE - O DIÁRIO (29.04)
Grêmio é o melhor da 1ª fase
Na noite de ontem aconteceu o óbvio, o Grêmio goleou, 3 a 0, o Boyacá Chicó e não pode mais ser ultrapassado por nenhum outro clube que disputa a Libertadores neste ano, na primeira fase da competição. Digo óbvio não somente porque os adversários do Grêmio nesta fase são considerado mais fracos técnica e taticamente, mas porque o time do Olímpico se preparou para a competição. Não somente por ser o único representante do Sul do país na Libertadores deste ano, mas por ter tradição, por ser um dos times brasileiros com maior participação nesta competição e ser um dos três brasileiros com mais de um título na Libertadores, dois, em quatro finais. O que o torcedor gremista espera agora é que o time comandado por Rospide, ou daqui a pouco por Autuori, ou qualquer outro técnico, mostre realmente o seu espírito copeiro, tenha atitude e chegue ao tri, pois de agora em diante é mata-mata, está proibido de errar, até porque teve tempo suficiente para se preparar. Que continue forte na competição até a final, pois sacrificou, inclusive, o campeonato estadual para apostar todas as fichas na Libertadores neste primeiro semestre. E no papel, o grupo é mais forte que o de 2007, que foi parado apenas na final, pelo Boca Juniores, que tinha muito mais time naquele ano.
Igualdade
No que depender da história dos confrontos entre Inter e Náutico em Recife, o Colorado tem tudo para trazer ao menos um empate no jogo de ida pelas oitavas-de-final da Copa do Brasil, marcado para as 21h50 de hoje, em Recife. Nas sete vezes em que o time gaúcho foi ao Estádio dos Aflitos, o placar terminou em igualdade. O último deles, pelo Brasileirão de 2008, teve o placar de 1 a 1. Nilmar anotou o gol colorado. Um ano antes, Adriano foi quem marcou para o Inter, em mais um 1 a 1. No total, os dois times se enfrentaram 11 vezes. Nas 4 ocasiões em que o jogo foi realizado no Estádio do Arruda, foram 4 vitórias coloradas. A última delas foi no dia 8 de março de 1980, por 2 a 0, com gols de Batista e Cláudio Mineiro.
Música no vestiário
Estava vendo uma reportagem, feita na segunda, após a super vitória do Verdão do Oeste, durante passeio na Avenida Getúlio Vargas, em Chapecó, quando os alas Thoni e Badé revelaram uma nova estratégia do time antes dos jogos: colocar música no vestiário. Normalmente o som que a maioria do jogadores gostam é o pagode, para aliviar a tensão pré-partidas. Porém, antes da primeira partida da decisão, no Índio Condá, a música escolhida foi Tropa de Elite, da banda Tihuana. Talvez, por isso, o Badé estava tão elétrico durante o jogo. E pra carimbar sua importância no time foi dele o terceiro gol, aliás, um golaço que teve 77% da preferência dos torcedores de todo estado em uma pesquisa da RBS. Acho que no próximo domingo, na Ressacada, esta música será proibida pelo Avaí.
Mais conquistas
Não bastasse o troféu pela conquista da 18ª Taça Brasil Feminina de Clubes, a equipe de Chapecó trouxe outros dois na bagagem na volta para casa. Como equipe mais disciplina levou o troféu 'Fair Plair' e a ala Vanessa ganhou a 'Bola de Ouro' pela artilharia da competição. Para a atleta a premiação serve como um complemento do título inédito conquistado pelas chapecoenses.
Negociação complicada
Com as negociações paradas e dificuldades admitidas pela direção gremista, o volante Rafael Carioca não deve mais votar ao Estádio Olímpico. O diretor-executivo Mauro Galvão não confirma o encerramento das tratativas com o Spartak Moscou, mas o clube russo não quer liberar o jogador. A Rádio Gaúcha informou na tarde de ontem que o volante não vestirá a camisa tricolor nesta temporada.
Nenhum comentário:
Postar um comentário