O
valor de cada litro de gasolina consumido poderia ser 47,5% menor,
sem impostos. Atualmente em Chapecó os postos vendem o combustível
em média por R$ 2,78. No entanto, esse valor cairia para R$ 1,886,
caso fosse retirado às várias obrigações tributárias embutidas
no produto.
O
Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo de Chapecó
está mostrando essa realidade durante o Feirão do Imposto a ser
realizado neste sábado (15). Cartazes serão expostos mostrando a
composição do preço da gasolina que justificam os preços
praticados. O presidente do Sindipostos Sérgio Galli lembra que a
carga tributária sobre os combustíveis é uma das maiores do país.
O sindicato aderiu à campanha e apoia a redução de tributos
“porque no Brasil o volume de impostos cobrado é o maior do
mundo”.
O
Feirão do Imposto tem como meta divulgar a carga tributária e
estimular a sociedade a fazer pressão junto à classe política para
criar mecanismos para reduzir o “mar” de impostos pagos. O
impostômetro que funciona em São Paulo apontou que os governos das
três esferas arrecadaram, somente de janeiro a agosto, mais de R$ 1
trilhão em impostos. Até o dia 29 de agosto cada catarinense havia
utilizado mais de R$ 5.200 só para pagar imposto.
Em
todo o planeta, o brasileiro é quem mais trabalha para pagar
imposto. São necessários 180 dias de trabalho no ano só para
cumprir as obrigações tributárias. A carga é pesada: são 83
tributos entre IPI, ICMS, ISS, Cofins, PIS e outros 78 impostos.
Fonte: Assessoria
de Imprensa Sindipostos
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