quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Nota da polícia sobre Caso Chiarello

Depois da repercussão da entrevista do IGP na capital do estado, e amplamente repercutido aqui em Chapecó, ainda no dia de ontem o delegado Augusto Melo Brandão, que integra a equipe que investiga a morte do vereador Marcelino Chiarello, liberou nota a imprensa.
Na nota o delegado relata que a Polícia Civil de Chapecó prossegue com as investigações acerca do inquérito policial para apurar as causas da morte do vereador Marcelino Chiarello, encontrado morto dentro da casa onde morava, no bairro Santo Antonio em Chapecó, no dia 28 de novembro do ano passado.
De acordo com o delegado Brandão, o procedimento policial corre sob segredo de justiça, na tentativa de resguardar todo o trabalho desenvolvido pela Polícia Civil e pelo Instituto Geral de Perícias, ao longo da persecução penal.
Ainda para o delegado, há muita especulação sobre o caso, especialmente por se tratar da morte de um político muito conhecido na região.
Mas o delato explica que tudo que está sendo dito, especialmente através da imprensa, acerca dos resultados dos laudos são apenas informações hipotéticas, e enfatiza que em nenhum momento, a Polícia Civil apontou qualquer resultado de laudo cadavérico ou de local de crime, que são procedimentos de responsabilidade do IGP.
Na nota o delegado Augusto Brandão afirma que os primeiros laudos apresentados foram inconclusivos, que deixaram dúvidas sobre a causa da morte. E esclarece que como em qualquer outro procedimento, requisitou novos laudos ao IGP.
Diz ainda a nota do delegado Brandão, que somente após a apresentação dos laudos é que o inquérito será concluído e encaminhado ao judiciário.
O documento liberado a imprensa ainda trás o apoio do Delegado Geral da Polícia Civil, Aldo Pinheiro D’Ávila, que diz acreditar na seriedade e na capacidade da Polícia Civil de Chapecó e que o papel da Delegacia Geral é fornecer todo o apoio necessário para que o caso seja elucidado.
Por fim a nota diz que o Delegado Ronaldo Neckel Moretto continua na Presidência do inquérito policial.

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