terça-feira, 11 de janeiro de 2011

D'Alessandro: nascido para jogar futebol

O Rei da América "nasceu para jogar futebol". D'Alessandro, escolhido como melhor jogador do continente na última segunda-feira pelo jornal uruguaio El País, acredita que ter seguido a carreira de jogador foi uma consequência natural em sua vida.
El Cabézon vem de uma família apaixonada pelo esporte. Não por acaso, o primeiro presente que seus pais lhe deram foi uma bola de futebol. A principal herança que recebeu foi o amor pelo River Plate, mas os pais também exigiram que ele completasse o colégio.
O garoto do bairro de La Paternal cresceu jogando bola na rua com os amigos que, até hoje, o chamam de Andresito. Mas não foram eles que o apelidaram de Cabezón e, sim, seu pai. "Ele sempre me chamou assim".
Em 1988, chegou ao clube do coração. Um treinador estava formando uma equipe da categoria 81 e quis fazer um teste com D'Ale no campo de 11, onde ele jamais havia atuado.
– Ali conheci o Saviola, passando junto com ele por todas as categorias.
El Conejo – O Coelho, apelido de Saviola – saiu do time Millonario em 2001 para o Barcelona. D'Ale permaneceu em Nuñez até 2003, quando se transferiu para o Wolfsburg, da Alemanha, por 9 milhões de euros. Para o atual camisa 10 do Inter, foi o melhor companheiro em toda a sua carreira.
Em 98 partidas pelo River Plate, marcou 23 gols. E, apesar de estar há mais de sete anos longe do clube do coração, ainda considera sua segunda casa.
Embora não esconda seu sentimento pelo time argentino, D'Ale tem uma identificação muito forte com o Inter. Junto com Guiñazu, é o principal ídolo da torcida. O jogador é a contratação mais cara da história do clube: U$ 5,5 milhões no segundo semestre de 2008, após seis meses no San Lorenzo.

Impasse do Gre-Nal

Um impasse em relação à cota a ser paga pela FGF a Inter e Grêmio pode tirar de Rivera o Gre-Nal da Taça Piratini, o primeiro turno do Gauchão Coca-Cola, do Estádio Atílio Paiva, em Rivera. Mandante da partida, o Tricolor pede para jogar no Olímpico, caso não receba para atuar no Uruguai. Uma reunião será realizada após o dia 17, quando o presidente da FGF, Francisco Novelletto, retorna de licença.
— Se não há cota, que seja em Porto Alegre. Havia um acerto verbal de jogar em outro lugar em troca da garantia de uma cota. Como não foi mantida, o Grêmio joga no Olímpico porque tem o mando. O Inter faria isso também — disse o vice-presidente de futebol tricolor, Antonio Vicente Martins.
Hocsman, no entanto, garante que os clubes receberão para jogar no Uruguai, mesmo se não escalarem os times principais. Desta forma, no entanto, não será o mesmo valor que os times receberiam se escalassem força máxima.

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