Coluna O Diário - 12.08.2010
Um passo de gigante
O Inter colocou as duas mãos na taça da Libertadores. Deu um passo gigante rumo ao bicampeonato da competição e a igualdade ao seu maior rival. Na semana que vem é só confirmar e pintar a América novamente de vermelho. Não tem como escorregar. Superior o tempo inteiro, o time de Roth (que está perto de se tornar campeão), foi guerreiro e não se entregou. Tomou o gol quando ninguém esperava, no apagar das luzes do primeiro tempo, e em 4 minutos da etapa final virou de forma incrível, eletrizante. Giuliano novamente foi decisivo. O cara do Inter na fase mata-mata brilhou de novo. Foi a primeira vitória colorada fora de casa nesta Libertadores, mas não podia ser em melhor hora. Uma vitória para jogar com tranquilidade na volta. Com gramado sintético, natural, ou qualquer outro tipo de piso, bater o Inter fica difícil. Esse Chivas mexicano não dá ressaca. Só a tequila.
Xanxerense na seleção catarinense
A atleta xanxerense, Gabriela Rocha, a “Gabi”, foi convocada para a Seleção Catarinense de Voleibol Infanto Juvenil, que estará participando do Campeonato Brasileiro de Seleções, a ser realizado em Caruaru (PE). Para marcar esse momento, a Secretaria de Esportes, Cultura e Lazer, através do Programa Atleta Cidadão, juntamente com a Escolinha Naja Marical, através do Projeto Descobrindo Talentos formaliza a convocação de Gabi com uma coletiva de imprensa nesta quinta, às 14h45, no auditório da AEEX.
Cabeças começam a rolar
A diretoria gremista já começou a faxina, que deve ser ampliada com a chegada do técnico Renato Gaúcho. O primeiro a ser dispensado foi o zagueiro Rodrigo. Acredito que Leandro e Hugo também devem ser despachados e outros podem entrar na lista. De imediato o Grêmio busca um novo zagueiro e ainda tem a prioridade de encontrar um atacante de velocidade. Encontrando o tão sonhado atacante velocista, alguém mais pode ser dispensado. Nesse momento seria o Borges a bola 8, na minha singela opinião.
Com todo o gás
Na estreia do Mano Menezes, e seus 'maninhos', a nova era da seleção brasileira iniciou com todo o gás. Não faltou vontade, determinação, empolgação e um futebol digno de cinco estrelas. A cara da nossa seleção. Foram 90 minutos de um futebol alegre, onde a gurizada brincou com a bola e com o adversário. Se o tempo foi curto para treinar, não faz mal, a falta de entrosamento deu espaço para uma equipe veloz, com toque de bola refinado, envolvente, parecia que os brasileiros jogavam juntos a anos. O que faltou na Copa da África do Sul estava em campo na noite de terça, o espírito vitorioso, incorporado aquele velho ditado: jogar por música. O placar? Ah sim, o placar. No caso foi o que menos importou na partida, os 2 a 0 poderiam até ter sido 4 a 0. Mas o que importou mesmo foi resgatar o futebol vibrante que tem que ser constante na seleção brasileira. Ganso foi o maestro na criação; Lucas há tempo é um dos melhores volantes do mundo, e provou; Neymar, Robinho e Pato voaram no ataque; Victor exigido poucas vezes brilhou em uma de suas defesas espetaculares no fim da partida. Esse é o futebol que todo o brasileiro quer ver sempre na seleção. Um começo brilhante.
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