sexta-feira, 30 de julho de 2010

Coluna de O Diário - fim de semana

Retrospecto do Gre-Nal
Nos últimos dois anos, Grêmio e Inter se enfrentaram 11 vezes. Nesses confrontos, pela Copa Sul-Americana, Gauchão e Brasileiro, o Colorado levou a melhor em sete, o Tricolor em dois e houve dois empates. O time do Beira-Rio marcou 16 gols, enquanto que o do Olímpico balançou as redes 10 vezes. Nesse ano foram três confrontos, um na primeira fase do Gauchão, em Erechim, quando o Inter fez 1 a 0. Os outros dois confrontos foram pela final do Estadual. Uma vitória do Grêmio, por 2 a 0, no Beira-Rio e 1 a 0 do Inter, no Olímpico, no clássico 381, e a taça ficou com o Grêmio.

Última chance!?
Está por completar dois meses a última vitória do Grêmio no Brasileirão. Foi dia 3 de junho, no 2 a 1 contra o Atlético-MG. Ainda assim, o presidente Duda Kroeff partilha do sentimento de confiança que invadiu o vestiário a partir do empate por 2 a 2 frente ao Cruzeiro, na última rodada. A primeira manifestação de empolgação havia partido de Silas. Entusiasmado com os desempenhos de Maylson, Douglas e Borges, o técnico disse ter a certeza de que o Grêmio havia recuperado o nível de atuação do primeiro semestre, quando dividiu com o Santos o status de melhor time do país. O grupo está animado para o Gre-Nal 382, neste domingo, mas mais que isso precisa superar todos os erros. Isso significa mais entrega, raça, persistência e organização, para salvar a cabeça de Silas, pois em caso de novo insucesso desta vez acho que ele ‘vai com arroz’. Até porque esse assunto tem sido pouco comentado nos últimos dias no Olímpico. Está tudo muito quieto.

‘Pé-frio’
O técnico Celso Roth, que na sua última passagem pelo Grêmio, perdeu vários Gre-Nais consecutivamente, vem de uma série excelente de invencibilidade com o Inter. Só vitórias, desde que assumiu depois da Copa. Mas os gremistas estão apostando no ‘pé-frio’ de Roth em clássicos. Esperando que ele mantenha seu retrospecto em Gre-Nais. No comando do Grêmio, de 2008 a 2009, foram quatro derrotas consecutivas. O curioso é que nos dois jogos anteriores, pela Sul-Americana, Roth foi as duas vezes com os reservas e empatou as duas, sendo desclassificado pelo saldo qualificado. O Inter entrará em campo com uma equipe descaracterizada e, com certeza, nem por isso facilitará a vida do rival. Teve um tempo em que o Tricolor escala o Banguzinho, e quase sempre saía vencedor. A qualidade do Inter estará preservada, seja qual for a escalação.

Mobilização
Depois da derrota fora de casa, que marcou a estreia na série C do Brasileiro, a Chapecoense está mobilizada para o primeiro jogo em casa, que será neste domingo diante do Brasil de Pelotas, às 15h30. Um grande movimento está montado. Uma carreata com buzinaço acontece neste sábado, a partir das 14h, com saída em frente ao Bradesco de Chapecó. Mas com certeza, o mais importante é o torcedor fiel do Verdão lotar a Arena Condá e empurrar o time no domingo. Todos convocados. Dá-lhe Verdão.

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